Foi Bonita a Festa

Tânia Dinis



(Vila Nova de Famalicão, Portugal) é artista visual, realizadora e performer. O seu trabalho cruza práticas documentais e ficcionais com forte componente experimental e colaborativa. Frequenta o Doutoramento em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), onde também concluiu o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas (2015). É licenciada em Estudos Teatrais pela ESMAE (2006) e frequentou oficinas da EICTV de Cuba, em Criação Cinematográfica a partir da Memória Familiar (2020).

As suas curtas-metragens — Tão pequeninas, tinham o ar de serem já crescidas (2024), Catraias (2023), Laura (2017), Teresa (2017), Arco da Velha (2015), Não são favas, são feijocas (2013), entre outras — foram premiadas e exibidas em festivais como IndieLisboa, MDOC, MICE, Porto/Post/Doc, Curtas Vila do Conde, Festival de Cinema de Arquivo no Brasil. Obteve distinções como Melhor Curta Portuguesa (IndieLisboa), Melhor Documentário (Melgaço), Prémio do Público (MICE) e vários prémios internacionais (Brasil, Alemanha, EUA). No campo performativo e artístico, desenvolveu obras como Álbuns de Guerra, Operariada, Elas entram e ficam!, Sempre – histórias de liberdade, Luas Novas, Memoratório e Viajar no tempo dos outros. Expôs em instituições como CAAA – Guimarães, Solar Galeria de Arte Cinemática, RAMPA, Museu Soares dos Reis, Galeria Dínamo, Fórum Macau, e festivais como Proyector Videoarte Madrid e Bienal de Cerveira. Fo residente em instituições como CAMPUS Paulo Cunha e Silva (2024), A Gráfica Setúbal (2022), PACT – A Oficina (2019-2021) eCurtas CRL (2020). A sua obra integra a Coleção de Arte Contemporânea do Município do Porto (Arco da Velha, 2015) e o acervo da Harvard University Library (Não são favas, são feijocas, 2013). É professora auxiliar nos cursos de Teatro e Artes Performativas da Universidade do Minho e de Cinema e Teatro na ESAP. Tem apresentado conferências, seminários e palestras em instituições como UMSA (Argentina), S8 – Mostra de Cinema Periférico (Espanha), Cineclube da Guarda, MIRA Artes Performativas, entre outras. Foi júri em diversos festivais nacionais e internacionais. Publicou ensaios e capítulos em livros e catálogos como Viagem magnífica. Chegamos bem, 50 ABRIS, Mosaicos Sino-Lusófonos, Atlas de um cinema amador, Os Cadernos da Pandemia, entre outros. Realizou oficinas de mediação artística e programas educativos com o Teatro Nacional D. Maria II, GNRATION, Braga Media Arts, MAP Bonfim, CIRCOLANDO, Porto-Post-Doc e FFFilms.