Isadora Neves Marques
(Lisboa, Portugal) é realizadora de cinema, artista visual e escritora, nascida em Lisboa. Estudou em Lisboa e Londres, passando depois por São Paulo e Nova Iorque. Cumpre atualmente um doutoramento na Ruskin School of Art, Universidade de Oxford.
As suas curtas-metragens incluem As Minhas Sensações São Tudo o Que Tenho Para Oferecer (2024; La Semaine de la Critique, Festival de Cannes), Tornar-se um Homem na Idade Média (2022; IFFR - Festival Internacional de Cinema de Roterdão, vencedor do Ammodo Tiger Short Award de melhor curta-metragem), A Mordida (2019; Wavelengths - Festival Internacional de Cinema de Toronto, premiada como melhor curta-metragem no Go Short Nijmegen, Short Waves, Sicilia Queer Festival, MixBrasil, bem como com o Prémio Kodak no MIEFF) e Semente Exterminadora (2017; IndieLisboa - Festival Internacional de Cinema). Participou em centenas de festivais de cinema, incluindo o New York Film Festival, Festival du Nouveau Cinéma de Montréal London Short Film Festival, Winterthur, Berwick, Riga, Glasgow, Vilnius, Hamburgo, Melbourne, Panorama, Le Cri du Court, Thelassoniki e nos European Film Awards. Juntamente com a produtora Catarina de Sousa, fundou a produtora de cinema Foi Bonita a Festa em 2021. A sua filmografia foi alvo de retrospetivas e focos em Film Fest Gent (Bélgica), Winterthur International Short Film Festival (Suíça), HOME (Manchester), Eaton House (Hong Kong) e e-flux Screening Room (Nova Iorque), entre outros. Encontra-se atualmente a desenvolver duas longas-metragens, A Terceira Espécie e Amor no Paleolítico.
Na arte contemporânea, representou oficialmente Portugal na 59a La Biennale di Venezia, em 2022 com o Pavilhão de Portugal, nomeado pela revista Art News como um dos dez pavilhões imperdíveis dessa edição. Foi distinguida com o Pinchuk Future Generation Special Prize em 2022 e com o Present Future Art Prize em 2018. Expôs nas mais reputadas instituições de arte como a High Line, Museo Reina Sofía, CA2M, CaixaForum, Castello di Rivoli, MADRE, Palais de Tokyo, Frac Île-de-France, Pérez Art Museum of Miami, Tate Modern, Renaissance Society, Wellcome Collection, MAAT, Museu Coleção Berardo, Galerias Municipais de Lisboa - Torreão Nascente, Beijing Inside Out Museum, Kyoto City University Arts Gallery e Leeum Museum of Art, entre outras.
Como escritora, escreve regularmente artigos sobre arte, cinema e teoria, tendo publicado no e-flux journal em Nova Iorque e em publicações pela Verso, MIT Press e Sternberg Press. Com Alice dos Reis, fundou em 2020 a editora de poesia, Livros do Pântano, publicando a sua própria poesia e a obra de autores internacionais em língua inglesa e portuguesa. É autora dos livros de poesia, Biography of a Fiction (After8 Books, 2025), A Campa de Marx (Não Edições, 2025) e Sex as Care and Other Viral Poems (Pântano, 2025) e da colectânea de contos Morrer na América (Abysmo, 2017) e foi editora de diversas publicações entre arte e pensamento, com editoras estrangeiras como Sternberg Press, e-flux journal e Archives Books.
As suas curtas-metragens incluem As Minhas Sensações São Tudo o Que Tenho Para Oferecer (2024; La Semaine de la Critique, Festival de Cannes), Tornar-se um Homem na Idade Média (2022; IFFR - Festival Internacional de Cinema de Roterdão, vencedor do Ammodo Tiger Short Award de melhor curta-metragem), A Mordida (2019; Wavelengths - Festival Internacional de Cinema de Toronto, premiada como melhor curta-metragem no Go Short Nijmegen, Short Waves, Sicilia Queer Festival, MixBrasil, bem como com o Prémio Kodak no MIEFF) e Semente Exterminadora (2017; IndieLisboa - Festival Internacional de Cinema). Participou em centenas de festivais de cinema, incluindo o New York Film Festival, Festival du Nouveau Cinéma de Montréal London Short Film Festival, Winterthur, Berwick, Riga, Glasgow, Vilnius, Hamburgo, Melbourne, Panorama, Le Cri du Court, Thelassoniki e nos European Film Awards. Juntamente com a produtora Catarina de Sousa, fundou a produtora de cinema Foi Bonita a Festa em 2021. A sua filmografia foi alvo de retrospetivas e focos em Film Fest Gent (Bélgica), Winterthur International Short Film Festival (Suíça), HOME (Manchester), Eaton House (Hong Kong) e e-flux Screening Room (Nova Iorque), entre outros. Encontra-se atualmente a desenvolver duas longas-metragens, A Terceira Espécie e Amor no Paleolítico.
Na arte contemporânea, representou oficialmente Portugal na 59a La Biennale di Venezia, em 2022 com o Pavilhão de Portugal, nomeado pela revista Art News como um dos dez pavilhões imperdíveis dessa edição. Foi distinguida com o Pinchuk Future Generation Special Prize em 2022 e com o Present Future Art Prize em 2018. Expôs nas mais reputadas instituições de arte como a High Line, Museo Reina Sofía, CA2M, CaixaForum, Castello di Rivoli, MADRE, Palais de Tokyo, Frac Île-de-France, Pérez Art Museum of Miami, Tate Modern, Renaissance Society, Wellcome Collection, MAAT, Museu Coleção Berardo, Galerias Municipais de Lisboa - Torreão Nascente, Beijing Inside Out Museum, Kyoto City University Arts Gallery e Leeum Museum of Art, entre outras.
Como escritora, escreve regularmente artigos sobre arte, cinema e teoria, tendo publicado no e-flux journal em Nova Iorque e em publicações pela Verso, MIT Press e Sternberg Press. Com Alice dos Reis, fundou em 2020 a editora de poesia, Livros do Pântano, publicando a sua própria poesia e a obra de autores internacionais em língua inglesa e portuguesa. É autora dos livros de poesia, Biography of a Fiction (After8 Books, 2025), A Campa de Marx (Não Edições, 2025) e Sex as Care and Other Viral Poems (Pântano, 2025) e da colectânea de contos Morrer na América (Abysmo, 2017) e foi editora de diversas publicações entre arte e pensamento, com editoras estrangeiras como Sternberg Press, e-flux journal e Archives Books.



