A Mordida
Isadora Pedro Neves Marques, 2018
Instalação fílmica de dois canais, loop de 20’, 16mm transferido para vídeo, cor, som dolby surround, falado em português. Cortesia de artista e Galleria Umberto di Marino.
Instalação fílmica de dois canais, loop de 20’, 16mm transferido para vídeo, cor, som dolby surround, falado em português. Cortesia de artista e Galleria Umberto di Marino.
SINOPSE
Entre uma casa na mata atlântica e uma fábrica de mosquitos geneticamente modificados em São Paulo, uma relação poliamorosa procura sobreviver a uma epidemia que atravessa o Brasil. Enquanto no interior da fábrica milhares de mosquitos nascem diariamente – um exército de insetos prestes a ser distribuído pelo país –, as tensões e relações de poder entre os três amantes agrava-se.
A Mordida é uma instalação fílmica de dois canais acompanhada de uma banda-sonora multicanal por HAUT. Uma ficção especulativa baseada em entrevistas e visitas a um laboratório genético em São Paulo, num ecrã vemos uma série de experiências e diálogos filmados em laboratório sobre a modificação genética de mosquitos Aedes aegypti para combater o vírus da Zika, enquanto noutro assistimos à intimidade de uma cena sexo entre três amantes (duas mulheres, uma delas transgénero, e um homem). Entre a militarização da linguagem científica contra uma epidemia e à ascensão de um pensamento social fascista, A Mordida é tanto um filme de ficção científica e terror quanto um drama queer, onde a sexualidade é representada simultaneamente como um lugar de sublimação de violências diárias mas também de esperança e outros futuros possíveis.
A Mordida foi uma comissão do Pérez Art Museum of Miami onde teve a sua estreia internacional, logo seguido da sua apresentação na Gasworks em Londres.
Entre uma casa na mata atlântica e uma fábrica de mosquitos geneticamente modificados em São Paulo, uma relação poliamorosa procura sobreviver a uma epidemia que atravessa o Brasil. Enquanto no interior da fábrica milhares de mosquitos nascem diariamente – um exército de insetos prestes a ser distribuído pelo país –, as tensões e relações de poder entre os três amantes agrava-se.
A Mordida é uma instalação fílmica de dois canais acompanhada de uma banda-sonora multicanal por HAUT. Uma ficção especulativa baseada em entrevistas e visitas a um laboratório genético em São Paulo, num ecrã vemos uma série de experiências e diálogos filmados em laboratório sobre a modificação genética de mosquitos Aedes aegypti para combater o vírus da Zika, enquanto noutro assistimos à intimidade de uma cena sexo entre três amantes (duas mulheres, uma delas transgénero, e um homem). Entre a militarização da linguagem científica contra uma epidemia e à ascensão de um pensamento social fascista, A Mordida é tanto um filme de ficção científica e terror quanto um drama queer, onde a sexualidade é representada simultaneamente como um lugar de sublimação de violências diárias mas também de esperança e outros futuros possíveis.
A Mordida foi uma comissão do Pérez Art Museum of Miami onde teve a sua estreia internacional, logo seguido da sua apresentação na Gasworks em Londres.





CRÉDITOS
ESCRITO E REALIZADO: Isadora Neves Marques
ELENCO: Alina Dörzbacher, Ana Flávia Cavalcanti, Kelner Macedo
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: Luiz Felipe Lucas, Diogo Hayashi
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA Marta Simões
SOM: Tales Manfrinato
DIREÇÃO DE ARTE: Diogo Hayashi
EFEITOS ESPECIAIS: João Cáceres Costa
CORREÇÃO DE COR: Rita Lamas
DESENHO DE SOM E MIXAGEM: Pedro Góis
ESTÚDIO DE PÓS-PRODUÇÃO: Kino Sound Studio
MONTAGEM: Isadora Neves Marques
BANDA SONORA ORIGINAL: HAUT
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Catarina de Sousa
PRODUZIDO: Isadora Pedro Neves Marques e Catarina de Sousa (Foi Bonita a Festa)
COM O APOIO: Pérez Art Museum of Miami
ESCRITO E REALIZADO: Isadora Neves Marques
ELENCO: Alina Dörzbacher, Ana Flávia Cavalcanti, Kelner Macedo
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: Luiz Felipe Lucas, Diogo Hayashi
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA Marta Simões
SOM: Tales Manfrinato
DIREÇÃO DE ARTE: Diogo Hayashi
EFEITOS ESPECIAIS: João Cáceres Costa
CORREÇÃO DE COR: Rita Lamas
DESENHO DE SOM E MIXAGEM: Pedro Góis
ESTÚDIO DE PÓS-PRODUÇÃO: Kino Sound Studio
MONTAGEM: Isadora Neves Marques
BANDA SONORA ORIGINAL: HAUT
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Catarina de Sousa
PRODUZIDO: Isadora Pedro Neves Marques e Catarina de Sousa (Foi Bonita a Festa)
COM O APOIO: Pérez Art Museum of Miami