Petra Costa
Por mais de uma década, Petra Costa tem contado histórias no cruzamento entre o pessoal epolítico, tentando entender a sociedade brutalmente desigual em que vivemos, com foco em seu país natal, o Brasil. O seu último documentário, “Apocalipse nos Trópicos”, estreou no Festival de Cinema de Veneza em 2024 e foi vendido para a Netflix. “Democracia em Vertigem”, seu filme anterior, foi indicado ao Oscar e foi listado pelo New York Times como um dos 10 melhores filmes do ano de 2019. Foi indicado para vários prêmios e ganhou o Prêmio Peabody o Prêmio Platino e melhor diretor no DOC NYC. Petra iniciou a sua formação em teatro no Brasil aos quatorze e posteriormente ingressou na Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo. Concluiu sua graduação Summa Cum Laude em Antropologia no Barnard College, Universidade Columbia, Nova York, e completou seu mestrado em Psicologia Social na London School of Economics, concentrand os seus estudos no conceito de trauma. Em 2015, Petra dirigiu junto com Lea Glob, “Olmo e a Gaivota”, que ganhou o prêmio do júri jovem no Festival de Cinema de Locarno. Ela produziu “Êxtase” (2020) de Moara Passoni, produtora associada de “Babenco” (2019) e produtora executiva de “Beba” (2021). A sua primeira longa-metragem, “Elena”, produzido executivamente por Tim Robbins e Fernando Meirelles foi o documentário mais assistido no Brasil em 2013; uma mistura de documentário e sonho febril. O filme foi definido como “uma estreia magistral que leva a não-ficção para onde ela raramente quer ir - longe do abraço reconfortante do fato e para um reino de possibilidade expressionista” pela Indiewire. “Elena” estreou no IDFA e ganhou vários prêmios, como melhor filme no Festival de Cinema de Havana (2013), melhor filme no DOCSDF, e foi indicado para Melhor Fotografia no Cinema Eye Honors de 2014.


